Na manhã desta segunda-feira, o jornalismo esportivo brasileiro está órfão pelo falecimento de Armando Nogueira.
Foi-se um cronista de OURO, com estilo anedótico de olhar o esporte, principalmente de forma poética, que influenciou diversas gerações de jornalistas.
Armando Nogueira tinha um vasto currículo de coberturas esportivas, 15 copas do mundo incluindo a de 1950. Publicou diversas obras bibliografias, na qual o primeiro foi "Drama e glória dos bicampeões"- sobre a vitória do Brasil na Copa do Mundo de 1962 – fora uma coletânea de crônicas publicadas por diversos jornais brasileiros: "Na grande área", "Bola na rede", "O homem e a bola", "Bola de cristal", "O voo das gazelas", "A Copa que ninguém viu e a que não queremos lembrar", "O canto dos meus amores", "A chama que não se apaga" e "A ginga e o jogo".
A perda de Armando Nogueira, "O Mestre de todos nós" – assim definiu seu filho único Armando Augusto Magalhães Nogueira – representa o fim de uma era, um prejuízo irreparável ao nosso jornalismo.
Diversas homenagens foram prestadas para Armando Nogueira, inclusive, desde as 13 horas dessa segunda feira, o seu corpo está sendo velado na Tribuna de Honra do Maracanã, de onde partirá às 12 horas desta terça-feira para o cemitério São João Batista, onde será sepultado.
A todos os familiares, amigos e colegas de Armando Nogueira, meus sinceros sentimentos.

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