É simples: o jornal de papel nunca perderá a sua utilidade. Veja o vídeo à seguir:
Imagine como seria a vida quotidiana global sem o jornal, não é verdade?
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
quarta-feira, 28 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
¿Por qué no te callas, Rambo?
A semana que passou ficou marcada pela infeliz declaração de Sylvester Stallone em relação ao Brasil, de forma preconceituosa e mostranado a sua total ignorância em relação ao país que bem o acolheu para a realizações das filmagens de seu longa ". Eis a sua declaração na íntegra feita durante a Comic-Con 2010, a maior feira de cultura pop do mundo, realizada na Califórnia na ultima quinta-feira 22:
"Filmamos no Brasil porque lá você pode machucar as pessoas enquanto filma", disse o ator. "Você pode explodir o país inteiro e eles ainda dizem para você, 'obrigado e tome aqui um macaco para você levar para casa'", brincou. Ainda sobre o Bope, da PM da cidade: "Os policiais de lá usam camisetas com uma caveira, duas armas e uma adaga cravada no centro; já imaginou se os policiais de Los Angeles usassem isso? Já mostra o quão problemático é aquele lugar".
As declarações do astro gerou uma campanha no Twitter, cujo o assunto "Cala Boca Sylvester Stallone" foi o mais postado na Internet - Só na ultima sexta-feira, foram mais de 6 mil twits -.
Pedidos de desculpas: Já na sexta feira, o astro emitiu nota oficial através da acessoria de imprensa do filme, se desculpando das suas declarações:
- Eu sinceramente peço desculpas ao povo brasileiro. Todas as minhas experiências no Brasil foram fantásticas e eu recomendei para todos os meus amigos que filmassem lá. Ontem, eu tentei fazer um tipo de humor e fui muito infeliz. Tudo que eu tenho pelo grande país que é o Brasil é muito respeito. Novamente, peço desculpas. -, disse Sylvester Stallone.
Mauricio Ricardo, do Charges.com.br, não perdeu a piada:
quinta-feira, 10 de junho de 2010
A Copa já chegou
A bola só rola amanhã na Africa do Sul, porém o dia de hoje teve um destaque muito especial, em em Soweto, no Orlando Stadium. Artitas como Shakira, John Legend, Alicia Keys, Juanes e o grupo Black Eyed Peas, dividiram o palco com nomes da música local como Benim Angélique Kidjo e Vusi Mahlasela, emocionando ao público sul-africano presente ao evento.
O presidente da FIFA, Joseph Blatter entrou no palco acompanhado pelo presidente da África do Sul, Jacob Zuma. Blatter exaltou o povo africano: - Estou muito feliz de estar em Soweto - disse.
Já o presidente Jacob Zuma agradeceu pela oportunidade de mostrar o seu país ao mundo - - Eu gostaria de dizer que a África do Sul está muito feliz de sediar a Copa do Mundo pela primeira vez no continente africano - afirmou, para os aplausos emocionados do público em Soweto.
A abertura da copa foi um "Show de bola".
O presidente da FIFA, Joseph Blatter entrou no palco acompanhado pelo presidente da África do Sul, Jacob Zuma. Blatter exaltou o povo africano: - Estou muito feliz de estar em Soweto - disse.
Já o presidente Jacob Zuma agradeceu pela oportunidade de mostrar o seu país ao mundo - - Eu gostaria de dizer que a África do Sul está muito feliz de sediar a Copa do Mundo pela primeira vez no continente africano - afirmou, para os aplausos emocionados do público em Soweto.
A abertura da copa foi um "Show de bola".
terça-feira, 8 de junho de 2010
Falta de cadeirinha dá multa a partir de amanhã
Regra vale para carros de passeio; infração vai custar R$ 191 ao motorista, que será penalizado com sete pontos na habilitação
Publicado em 08/06/2010
De Pollianna Milan - GAZETA DO POVO
Publicado em 08/06/2010
De Pollianna Milan - GAZETA DO POVO
A partir de amanhã, crianças de zero a 7 anos e meio deverão obrigatoriamente ser transportadas em veículos de passeio com a cadeirinha de segurança. Os motoristas que infringirem a lei serão multados em R$ 191,54 e ganharão sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação. A resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) é de maio de 2008 e vale a partir desta quarta-feira somente para os carros de passeio – não estão incluídos táxis, veículos de aluguel, transporte coletivo e escolar e veículos com mais de 3,5 toneladas.
Hoje, a Diretoria de Trânsito da Urbanização de Curitiba (Urbs) e o Batalhão de Trânsito (BPTran) farão blitzes educativas perto das escolas para orientar os pais sobre o uso obrigatório do equipamento de segurança – a cadeirinha muda conforme a idade da criança (veja nesta página). A partir de amanhã, quem estiver sem a cadeirinha será automaticamente multado. “Se um policial ou agente de trânsito vir uma criança solta ou sentada no meio dos bancos, não será necessário nem parar o veículo. A multa será aplicada sem a abordagem”, explica o gestor de trânsito da Urbs e Diretran, Adão José Lara Vieira. Quando houver a abordagem, o policial vai observar as condições da criança no veículo. Um bebê pequeno precisa estar no bebê conforto, por exemplo, e uma criança maior deve estar na cadeirinha adaptada à sua idade.
Como não é obrigatório portar documentos de identidade dentro da cidade, pode acontecer que um policial tenha de perguntar a idade da criança para o próprio motorista. “Ele pode até mentir, mas o tamanho e idade da criança são perceptíveis. Uma idade muito diferente não irá passar”, explica Vieira. O soldado Gerson Teixeira, do BPTran, lembra que, antes da multa, a ideia da resolução é justamente primar pela segurança das crianças, por isso os pais que mentirem a idade podem colocar em risco a vida dos próprios filhos, já que estarão transportando-os de maneira errada.
Apesar da resolução, os táxis ficaram de fora da obrigatoriedade e, mesmo que o cliente queira a cadeirinha, será difícil conseguir um carro com o equipamento. Quatro empresas de radiotáxi consultadas ontem disseram não ter a cadeirinha para crianças; uma delas nem sabia da lei. Como todos os outros veículos ficaram de fora da resolução, o Ministério Público Federal quer que o Contran explique até o dia 20 deste mês por que excluiu peruas e vans escolares da obrigatoriedade.
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O ideal deveria não só a obrigatoriedade das cadeirinhas para as crianças, mas o uso do cinto de segurança para todos os ocupantes dos carros.
Para quem buscar resistência em seguir esta norma de segurança, deixo esta reportagem do programa Fantástico -TV GLOBO - de 29/09/2002:
Se aconteceu uma vez, então não há o que se discutir. Cinto para todos, ou esperar que um ser humano, adulto ou infantil, tenha a queda anemizada pela força da natureza após atravessar o vidro de seu carro. Só restará saber se o asfalto, de uma rua ou estrada, seria tão macio quanto as águas da Baía da Guanabara.O menino que caiu da Ponte Rio-Niterói
O menino que caiu da Ponte Rio-Niterói volta ao local do acidente e reencontra os marinheiros que ajudaram no seu resgate.
Tinha tudo pra ser um fim de semana tranqüilo e bonito. Sábado retrasado bem cedinho, Alex Sandro - o menino que caiu da Ponte Rio-Niterói - ia para a Região dos Lagos com avós e tios. Eram seis pessoas numa van.
"Tô indo na pista do canto tranqüilamente conversando com o pessoal tranqüilamente, suave, que não tinha pressa pra chegar lá”, lembra Rogério da Costa Nascimento, tio de Alex.
De repente um carro crescia rapidamente no retrovisor da van. "Quando eu olhei no retrovisor ele já tava em cima e quando fui ver só senti a pancada", continua o tio. “Quando ele bateu na traseira do carro, o carro girou. Conforme o carro girou o carro bateu de frente na mureta da ponte. Depois é que rodou de novo e estourou o pneu da frente. Depois ele rodou de novo e bateu com a traseira. Aí rodou e parou”.
"Na batida, quebrou o vidro de trás. E enquanto isso o menino já estava no mar, já tinha caído. Eu pensei que ele estivesse deitado no banco", diz Maria da Graça Marques, tia-avó.
"Procurei debaixo do banco pra ver se ele estava. Não vi, entrei em pânico”, conta o tio. “Procurei na pista, procurei de baixo do carro e nada. Daqui a pouco gritaram, 'olha, ele tá lá na água!'", lembra a tia.
No momento que a van bateu de traseira na mureta, Alex foi jogado pela janela de trás. Ele caiu no mar de uma altura de 40 metros. O equivalente a um prédio de 11 andares. Depois da batida, dos ferimentos e da queda, o anjo da guarda do menino ainda tinha outro desafio.
“Eu não sei nadar. Engoli água pra caramba", recorda Alex Sandro Nascimento. A correnteza levou Alex em direção a uma base da marinha perto de onde caiu.
"O barulho da batida eu ouvi, mas eu não vi ele cair. Mas tinha muitos curiosos olhando pra baixo. Aí eu vim até aqui e perguntei o que houve. Aí foi que responderam que tinha um garoto na água, aí bateu desespero”, explica o marinheiro Darcy.
Enquanto isso Alex Sandro conseguia se agarrar neste submarino. "Quando cheguei no convés do submarino, como se trata de acidente assim... Pensei que até que tinha sido uma pessoa, mas quando eu vi que era uma criança foi aquela primeira reação, aquele baque. Tirei a camisa, mergulhei logo na água e fui logo dando os primeiros socorros a ele", conta o marinheiro Ferreira.
Alex voltou ao lugar do acidente. Aqui ele sentiu que a própria queda não foi tão simples assim.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
1 ANO da tragédia da Air France
O que derrubou o voo AF447?
Mesmo passado um ano do acidente do voo da Air France, que caiu no Atlântico em 1º de junho de 2009, não há explicações das razões que levaram à tragédia.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Polícia para quem precisa: Onde vamos parar?
Aconteceu hoje em São Paulo:
Ladrões roubam bolsa de mulher dentro de delegacia no interior de SP
Dois ladrões lutaram com uma mulher, roubaram a bolsa dela, e policiais que assistiam à cena nada fizeram para ajudá-la. Foi tudo dentro de uma delegacia em Salto, interior de São Paulo.
Vítima diz que policiais acharam que se tratava de uma briga de casal. Comerciante carregava R$ 13,5 mil na bolsa. Ela havia sacado a quantia no banco horas antes.
“Entrou um rapaz alto, forte dizendo ‘eu quero a bolsa’. Ele puxou a bolsa de um lado, eu puxei do outro. Eu arremessei a bolsa por cima do balcão, que passou por cima das atendentes e caiu do lado de dentro. Ele subiu no balcão, pulou do lado de dentro, pegou a bolsa e eu pendurei nele” - conta a vítima.Na luta com os bandidos, ela machucou o braço.
“Como ele viu que não se livraria de mim de jeito nenhum, ele gritou para o comparsa dele: ‘atira nela’. Daí, eu soltei” - diz a mulher.Segundo a vítima, dois escrivães que estavam na delegacia viram tudo e não fizeram nada.
“O escrivão disse depois que não intercedeu porque achou que era uma briga de marido e mulher. Eu achei um absurdo” - afirma a vítima.O delegado confirmou a história, mas não quis gravar entrevista. A bolsa foi encontrada jogada na rua sem o dinheiro.
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